Para quem é
O Cloudboom Strike é para quem quer o conceito de super racer elástico da On por um preço que já não é de lançamento. Serve maratona e meia com a mesma proposta da geração 2. Para quem quer o modelo mais recente, o Strike 2 entrega uma pequena evolução.
Amortecimento
Muito bom para um racer. Twin-layer CloudTec em Helion HF soma quase 40 mm de proteção num tênis de 215 g.
Retorno de energia e resposta
Excelente — a mesma sensação de mola marcante que consagrou a linha, com pouca diferença prática frente à geração 2.
Transição, placa e propulsão
Speedboard de carbono entre as camadas de espuma, drop de 4 mm — passada baixa, rápida e propulsiva.
Estabilidade e pisada
Como todo super racer da On, pede pisada neutra e técnica sólida, sobretudo perto do fim de uma prova longa.
Cabedal, ajuste e respirabilidade
Upper leve e ventilado, bom travamento em ritmo de prova.
Durabilidade
Baixa, por proposta — reserve para o dia da corrida.
No mercado brasileiro
Com a chegada do Cloudboom Strike 2, a versão original virou a opção de entrada no topo de linha da On para maratonistas — ainda presente em algumas provas e lojas com estoque de coleção anterior.
Veredito
Compre o Cloudboom Strike se você quer o conceito de super racer elástico da On por um preço menor. Evite se você quer o modelo mais recente ou o menor peso possível — aí o Strike 2 entrega uma pequena vantagem.
Prós e contras
Prós
- Mesma ideia de twin-layer CloudTec com Speedboard de carbono da geração 2, por menos.
- Retorno de energia altíssimo — o Helion HF continua entre os mais elásticos do mercado.
- Preço caiu bastante com a chegada do Cloudboom Strike 2.
Contras
- 5 g mais pesado que a geração 2, diferença pequena na prática.
- Base estreita, como todo super racer — pede pisada neutra e técnica sólida.
- Durabilidade curta, como esperado de um racer premium.

