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ModalidadeCorrida

Corrida

Tênis de corrida de rua e de trilha, testados no asfalto e na montanha.

Todos os reviews de corrida

On Cloudboom Echo 3
Nota 7.7 de 10
R$ 1.800 – R$ 1.900

Placa de carbono mais suave que a do Strike, Helion HF e um pouco menos de stack — o Cloudboom Echo 3 é o racer 'do dia a dia' da On, bom para tempo run pesado e provas de 10K a meia maratona.

On Cloudboom Strike 2
Nota 7.9 de 10
R$ 2.600 – R$ 2.700

Speedboard de carbono entre duas camadas de CloudTec em Helion HF — o Cloudboom Strike 2 é o racer de maratona mais radical da On, com drop de 4 mm e uma sensação elástica rara em tênis de prova.

On Cloudboom Strike
Nota 7.8 de 10
R$ 1.900 – R$ 2.500

O tênis que estreou o Speedboard de carbono da On em cima de duas camadas de Helion HF. Praticamente a mesma sensação elástica da geração 2, por um preço que já caiu com a chegada da nova versão.

On Cloudboom Volt
Nota 7.4 de 10
R$ 1.500 – R$ 1.600

Stack mais baixo que os outros Cloudboom, placa de carbono curta e só 180 g — o Cloudboom Volt é feito para 5K, 10K e pista, não para maratona. É o mais explosivo e o mais 'cru' da família racer da On.

On Cloudflow 4
Nota 7.3 de 10
R$ 800 – R$ 950

Stack levemente menor que o da geração 5, mas a mesma ideia de agilidade com Helion HF. Com a chegada da nova geração, virou a opção mais barata para treinar tempo run sem placa.

On Cloudflow 5
Nota 7.4 de 10
R$ 1.300 – R$ 1.400

Sem placa, mas com Helion HF e uma geometria baixa e ágil — o Cloudflow 5 é o tênis de treino de ritmo da On, para quem quer velocidade sem o preço de um super trainer com carbono.

On Cloudflyer 5
Nota 7.6 de 10
R$ 900 – R$ 1.300

A linha mais antiga de estabilidade da On chega à geração 5 com mais stack e uma base ainda mais larga — controle de pronação sério, sem abrir mão do conforto do dia a dia.

On Cloudmonster 3 Hyper
Nota 7.7 de 10
R$ 1.600 – R$ 1.700

Mesmo stack gigante do Cloudmonster 3, mas com uma geometria mais rígida e um rocker mais acentuado — a versão 'Hyper' troca um pouco de maciez por mais propulsão. É o max-cushion da On para quem quer acelerar sem trocar de tênis.

On Cloudmonster 3
Nota 7.6 de 10
R$ 1.400 – R$ 1.500

Duas camadas de CloudTec em Helion HF entregam um stack gigante (45/39 mm) com a sensação elástica que já era marca do Cloudmonster. Ficou mais macio e mais pesado nesta geração — ganha em conforto, perde um pouco da 'mordida' que os fãs da linha buscam.

On Cloudmonster Hyper
Nota 7.5 de 10
R$ 1.279 – R$ 1.599

Antes da geração 3, a Hyper original já testava uma geometria mais firme sobre o mesmo conceito de duplo CloudTec. Stack um pouco menor que o atual, mas a mesma ideia — e um preço que caiu com a chegada do Cloudmonster 3 Hyper.

On Cloudrunner 3 Max
Nota 7.4 de 10
R$ 1.300 – R$ 1.400

Pega a plataforma de controle do Cloudrunner 3 e aumenta o stack para mais amortecimento em longão — ainda mantém o toque firme da CloudTec e a base larga, agora com mais material embaixo do pé.

On Cloudrunner 3
Nota 7.4 de 10
R$ 950 – R$ 1.000

Drop reduzido para 8 mm e uma base pensada para controlar pronação leve a moderada — o Cloudrunner 3 é o tênis 'seguro' da On, com o toque firme que já é marca da CloudTec. Não é macio, mas é confiável.

On Cloudspark
Nota 6.9 de 10
R$ 600 – R$ 1.050

Helion padrão, stack moderado e o design CloudTec clássico da marca — o Cloudspark é o tênis mais barato da On, pensado para quem quer entrar na marca sem pagar pelo Helion HF em PEBA.

On Cloudstratus 3
Nota 7.6 de 10
R$ 1.000 – R$ 1.400

Duas camadas de CloudTec e um Speedboard de carbono embutido dão ao Cloudstratus 3 uma base larga e estável para um tênis desse stack. Pesado, mas é dos poucos max-cushion que não balança em curva.

On Cloudsurfer 2
Nota 7.5 de 10
R$ 960 – R$ 1.200

Nem tão firme quanto o Cloudrunner, nem tão macio quanto o Cloudmonster — o Cloudsurfer 2 é o meio-termo da On, com Helion HF e um stack moderado para rodagem do dia a dia.

On Cloudsurfer Max
Nota 7.6 de 10
R$ 1.330 – R$ 1.400

A versão de maior amortecimento do Cloudsurfer, sem o perfil agressivo do Cloudmonster — mais material embaixo do pé, mesma sensação elegante e equilibrada da linha.

On Cloudswift 4
Nota 7.2 de 10
R$ 960 – R$ 1.200

Stack alto para o dia a dia da cidade — treino, deslocamento e uso casual no mesmo par. Não é o mais rápido nem o mais macio da linha, mas é confortável o dia inteiro, no asfalto ou fora dele.

Puma Darter Pro 2
Nota 7.4 de 10
R$ 500 – R$ 550

ProFoam com guide rails laterais em vez de cunha firme — a Puma vai por um caminho mais suave para o controle de pronação. Funciona bem para pronação leve a moderada; pronação forte ainda pede um tênis mais firme.

Puma Dasher Lite
Nota 6.8 de 10
R$ 330 – R$ 400

EVA simples, stack baixo e um cabedal enxuto — o Dasher Lite é pensado para quem quer o mínimo de tênis para correr, gastando o mínimo possível. Ótimo peso, amortecimento limitado.

Puma Deviate Nitro 3
Nota 7.8 de 10
R$ 820 – R$ 1.200

Antes da 4 cortar peso e drop, a geração 3 trazia mais base e mais proteção: 10 mm de drop, stack generoso e a mesma dupla NITROFOAM Elite + placa de carbono. Pesa mais, mas é mais estável em curva — e caiu de preço com a chegada da nova geração.

Puma Deviate Nitro 4
Nota 7.8 de 10
R$ 1.450 – R$ 1.500

15 g mais leve que o anterior, com placa de carbono entre NITROFOAM Elite (PEBA) e NITROFOAM padrão. Faz rodagem, longão e treino de ritmo no mesmo par, com uma transição rápida e previsível. O drop caiu para 8 mm e a estabilidade em curva sentiu.

Puma Deviate Nitro Elite 3
Nota 7.9 de 10
R$ 1.450 – R$ 1.500

PWRPLATE de carbono full-length e NITROFOAM Elite, 195 g e stack de 40/32 mm. Perdeu o posto de carro-chefe para a geração 4, mas a propulsão e o retorno de energia seguem de ponta — por um preço que caiu bastante.

Puma Deviate Nitro Elite 4
Nota 7.9 de 10
R$ 1.850 – R$ 1.900

ULTRAWEAVE mais leve, PWRPLATE de carbono full-length e NITROFOAM Elite em A-TPU: é o racer versátil da Puma, bom de meia a maratona. Ao lado do Fast-R Elite ele é o mais confortável e mais fácil de calçar por mais tempo — com um pouco menos de propulsão em ritmo de prova muito forte.

Puma Deviate Pure
Nota 7.5 de 10
R$ 1.050 – R$ 1.100

Mesma família de nome, proposta diferente: NITROFOAM padrão, sem placa de carbono e um drop mais tradicional. É o daily trainer de entrada da linha Deviate, pensado para rodagem e recuperação — não para ritmo forte.

Puma Electrify Nitro 4
Nota 7.2 de 10
R$ 570 – R$ 600

NITROFOAM num tênis de preço acessível, sem placa e sem luxo, mas com amortecimento genuinamente melhor que o dos tênis mais básicos da Puma. É o meio-termo entre o Scend Pro e o Velocity Nitro.

Puma Fast-R Nitro Elite 2
Nota 7.9 de 10
R$ 1.600 – R$ 2.000

PWRPLATE de carbono que se estende além da ponta do pé, NITROFOAM Elite em A-TPU e 40 mm de stack — é o racer mais extremo da Puma, pensado para maratona. Mais pesado que o Deviate Elite, e melhor para corredor forte em prova longa.

Puma ForeverRun Nitro 2
Nota 7.4 de 10
R$ 800 – R$ 1.000

NITROFOAM de compto mais firme e denso, pensado para aguentar quilometragem alta sem perder resposta rápido. Não é o mais macio nem o mais 'vivo' da Puma — mas é dos que mais duram.

Puma MagMax 2
Nota 7.7 de 10
R$ 900 – R$ 1.400

Stack alto de NITROFOAM puro, sem placa, pensado para absorver quilometragem e proteger a perna cansada. Concorre direto com Novablast e Clifton em proposta, mas com menos retorno de energia e um preço mais baixo.

Puma Maxima Pro
Nota 7.6 de 10
R$ 460 – R$ 600

Leva a espuma premium da linha Elite (PEBA) para um trainer de amortecimento alto, sem placa de carbono — o rival da Puma para Bondi, Vomero e Gel-Nimbus. Mais caro que o MagMax, mas genuinamente mais vivo.

Puma Pounce Lite
Nota 6.5 de 10
R$ 300 – R$ 400

SoftFoam+ básico, stack baixo e um cabedal de malha simples — o Pounce Lite é pensado para quem caminha e corre alternado, ou está dando os primeiros passos na corrida. Sem grandes pretensões técnicas.

Puma Scend Pro 2
Nota 7.0 de 10
R$ 350 – R$ 500

ProFoam simples, solado Protread e um cabedal confortável — o Scend Pro 2 é o tênis de corrida de entrada da Puma, pensado para quem quer começar a correr gastando pouco. Sem placa, sem PEBA, sem luxo.

Puma Skyrocket Lite 2
Nota 7.3 de 10
R$ 330 – R$ 350

Sem placa, mas com uma NITROFOAM mais firme e um cabedal enxuto, o Skyrocket Lite 2 é o tênis de treino rápido de entrada da Puma — mais barato que um super trainer, mais ágil que um daily comum.

Puma Velocity Nitro 4
Nota 7.3 de 10
R$ 850 – R$ 900

Stack um pouco menor que o da geração 5 e 10 g mais pesado, mas o mesmo NITROFOAM simples e confiável — por um preço que caiu com a chegada da nova geração.

Puma Velocity Nitro 5
Nota 7.4 de 10
R$ 950 – R$ 1.000

NITROFOAM padrão, drop de 8 mm e 10 g mais leve que a geração anterior. É o daily trainer 'sem luxo' da Puma — cumpre rodagem e treino leve, sem o retorno de energia nem o acabamento das linhas com placa.

Puma Extend Lite Trail
Nota 6.7 de 10
R$ 470 – R$ 500

Um híbrido de tênis de rua com solado de cravos rasos — o Extend Lite Trail é feito para estrada de terra e trilha compacta, não para lama ou descida técnica. Leve, barato e fácil de calçar.

Puma Fast-Trac Nitro 4
Nota 7.5 de 10
R$ 850 – R$ 900

Solado com cravos profundos multidirecionais e NITROFOAM protegendo o pé — o Fast-Trac Nitro 4 é o tênis de trilha mais sério da Puma, pensado para terreno técnico e descida rápida, não para o off-road leve de fim de semana.

Adidas Adizero Adios Pro 2
Nota 6.7 de 10
Raridade no mercado

O Adios Pro 2 tem os EnergyRods 1.0 e uma Lightstrike Pro ainda firme. Em ritmo de prova é veloz e direto, mas a passada é dura, a base é estreita e o conforto some no fim de uma maratona. O Adios Pro 3 mudou o jogo — este aqui envelheceu.

Adidas Adizero Adios Pro 3
Nota 7.6 de 10
R$ 1.300 – R$ 1.800

O Adios Pro 3 acertou tudo o que o 2 errava: EnergyRods 2.0, muito mais Lightstrike Pro, pilha alta. Ficou macio, elástico e tolerante — rápido na prova e menos punitivo no fim da maratona. O Adios Pro 4 só ajustou detalhes de estabilidade e cabedal.

Adidas Adizero Adios Pro 4Competição / maratona
Nota 8.0 de 10
R$ 1.700 – R$ 2.000

Lightstrike Pro em base PEBA, EnergyRods 2.0 de carbono e ~215 g: o Adios Pro 4 é uma das melhores plataformas de maratona do mercado, com propulsão brutal e mais estabilidade que a média dos super shoes. Não é daily, não é barato.

Adidas Adizero Boston 11
Nota 6.7 de 10
R$ 875 – R$ 1.360

O Boston 11 tem EnergyRods de fibra de vidro sobre uma base majoritariamente firme (Lightstrike 2.0), com só uma fina camada de Lightstrike Pro no antepé. É afiado em ritmo forte e divide opiniões como daily. Do 12 em diante, a linha ficou mais macia.

Adidas Adizero Boston 12
Nota 6.9 de 10
R$ 800 – R$ 1.300

O 12 colocou mais Lightstrike Pro, subiu a pilha e trocou para os EnergyRods 2.0. O resultado: um super trainer 'faz tudo', do longão ao tempo run, sem a dureza que dividia opiniões no Boston 11. Ficou mais pesado, mas muito mais versátil.

Adidas Adizero Boston 13Super trainer versátil
Nota 7.7 de 10
R$ 980 – R$ 1.400

Lightstrike Pro em cima, Lightstrike 2.0 firme embaixo e os EnergyRods de fibra de vidro no meio: o Boston 13 rola para frente com autoridade em ritmo de treino e aguenta rodagem. Firme demais para dia lento.

Adidas Adizero Drive RCFeito no Brasil / tiros e provas curtas
Nota 7.3 de 10
R$ 712 – R$ 950

O Drive RC é um tênis leve e baixo de treino rápido, com Lightstrike Pro e uma placa de fibra de vidro (não carbono) — pensado para tiros, provas de 5 e 10 km e quem quer sensação de velocidade sem gastar o preço de um super shoe. Fabricado no Brasil.

Adidas Adizero Evo SLMelhor custo-benefício
Nota 8.0 de 10
R$ 1.000 – R$ 1.100

O Evo SL pega o Lightstrike Pro dos super shoes da Adidas, tira a placa de carbono e coloca num pacote de treino mais resistente. Resultado: leve, elástico e versátil da rodagem ao tempo run — um dos melhores custos-benefício do momento.

Hoka Bondi 8
Nota 6.8 de 10
R$ 900 – R$ 1.450

O Bondi 8 é o daily trainer de máximo amortecimento que virou padrão de mercado: pilha alta, base larga, EVA compressão-molde. Protege como poucos e é estável para um tênis tão macio. O preço: peso alto e passada morta. O Bondi 9 corrigiu parte disso.

Hoka Bondi 9Amortecimento máximo / recuperação
Nota 7.5 de 10
R$ 1.200 – R$ 1.500

O Bondi 9 é o amortecimento máximo levado ao extremo: EVA supercrítica muito macia, stack enorme e uma base larga que o mantém surpreendentemente plantado. É pesado, 'morto' de resposta e feito para uma coisa só: proteger.

Hoka Clifton 10
Nota 7.0 de 10
R$ 1.235 – R$ 1.300

O 10 ganhou ~3 mm de stack, base mais larga e uma EVA supercrítica mais macia. Ficou mais confortável e estável que o 9, ao custo de peso e da leveza que definia a linha. Um bom daily trainer plush — só não é mais o Clifton 'levinho'.

Hoka Clifton 11Leve e macio para o dia a dia
Nota 7.2 de 10
R$ 900 – R$ 1.200

O Clifton 11 é o daily trainer de rodagem tranquila da Hoka: EVA supercrítica macia, Meta-Rocker suave e ~248 g. Confortável e fácil de correr, mas a pisada é meio 'apagada' e a estabilidade cedeu com o stack maior.

Olympikus Corre 3
Nota 6.3 de 10
Raridade no mercado

O Corre 3 é o básico nacional: entressola de EVA Impulse, cabedal simples, preço baixo. Protege uma rodagem leve e é estável, mas é mais pesado e mais rústico que o Corre 4 e o 5. Serve para começar — e a linha melhorou a cada geração.

Olympikus Corre 4
Nota 6.5 de 10
R$ 400 – R$ 500

O Corre 4 pega o Corre 3, tira peso, melhora o cabedal e refina o ajuste. Continua com a EVA Impulse — sem retorno de energia — mas ficou mais confortável e agradável de calçar. Um daily trainer de entrada honesto; o Corre 5 deu mais um passo.

Olympikus Corre 5Primeiro tênis / custo-benefício
Nota 6.9 de 10
R$ 450 – R$ 600

O Corre 5 é um daily trainer de entrada honesto: cabedal melhorou, ficou mais leve que os antecessores e a estabilidade é boa. A entressola de EVA continua sendo o limite — sem retorno de energia e achata em longões.

Olympikus Corre Grafeno 3Melhor super trainer nacional
Nota 7.9 de 10
R$ 530 – R$ 600

Redesenhado por completo: a placa de grafeno agora é full-length (1,8 mm) e a espuma Eleva 2.0 ficou mais responsiva. O resultado é propulsão de verdade, ótima durabilidade de solado e um preço que constrange concorrentes que custam o dobro. Pisada firme.

Olympikus Corre Max
Nota 6.6 de 10
R$ 320 – R$ 450

O Corre Max é a aposta de máximo amortecimento da linha Corre: mais stack para longões e proteção no orçamento nacional. Entrega volume de espuma, mas a EVA é macia e 'morta' — sem retorno e com estabilidade discutível no stack alto.

Olympikus Corre PaceProva nacional
Nota 7.3 de 10
R$ 1.500 – R$ 2.000

O Corre Pace é a primeira tentativa séria da Olympikus de um tênis de prova com espuma supercrítica e placa de carbono. Para uma marca nacional, é um salto: tem 'pop' de verdade. Mas a geometria da v1 é instável e a durabilidade é uma incógnita.

Olympikus Corre Supra 2Melhor super shoe nacional
Nota 7.9 de 10
R$ 1.000 – R$ 1.300

Onde o Corre Pace foi a primeira tentativa crua, o Corre Supra 2 é a versão pronta: entressola 100% Pebax expandido com nitrogênio, placa de carbono revestida de grafeno (Carbon G) e solado Michelin. Tem 'pop' de verdade, dura mais que qualquer racer nacional anterior e custa perto da metade de um super shoe importado. A base alta ainda pede boa forma.

Olympikus Corre Turbo
Nota 6.6 de 10
R$ 500 – R$ 700

O Corre Turbo é a versão leve e firme da linha Corre, para quem quer um tênis mais ágil sem sair do orçamento nacional. Entrega leveza e uma pisada mais direta que o Corre 5 — mas a espuma de EVA continua sendo o teto.

Olympikus Corre Vento 3Peso-pluma nacional
Nota 7.0 de 10
R$ 300 – R$ 450

Com cerca de 173 g na numeração 40, o Corre Vento é o mais leve que a Olympikus já fez. Entressola Eleva (EVA levada ao limite de expansão), cabedal Oxitec que ventila muito e solado Gripper que dura. É um daily leve e barato, ótimo para iniciante e para compor rodízio — desde que você não peça a ele proteção de longão pesado.

FILA Aero SkyfoamCusto-benefício (daily trainer)
Nota 7.3 de 10
R$ 450 – R$ 500

Pega a Skyfoam do Speedrocker, tira stack, tira peso (208 g) e entrega um daily trainer ágil para o dia a dia e provas até 21 km. Não tem a maciez do irmão nem resposta de tempo run, mas pelo preço é um dos daily trainers nacionais mais completos.

FILA Agile
Nota 6.1 de 10
R$ 260 – R$ 400

Um trainer básico para rodagem leve: espuma de EVA macia, pontos de TPU no solado para ajudar a transição e cabedal em engineered mesh que ventila bem. Cumpre o papel de par de treino barato — sem nenhum destaque técnico.

FILA Endurance
Nota 5.9 de 10
R$ 300 – R$ 400

Um daily trainer de entrada com viés de conforto: mais espuma de EVA para longões lentos, drop alto e base firme. Serve para o corredor iniciante que faz volume tranquilo e quer gastar pouco. Retorno de energia e tecnologia: quase nenhum.

FILA Float Maxxi 2
Nota 7.0 de 10
R$ 550 – R$ 600

Um daily trainer de máximo amortecimento pensado para quem prioriza conforto e estabilidade acima de tudo. A espuma Float protege e o cabedal estruturado segura o pé. Em troca: é pesado, a resposta é baixa e há opções mais modernas da própria FILA pelo mesmo preço.

FILA Racer Carbon 3
Nota 6.2 de 10
R$ 1.200 – R$ 1.500

É o tênis de placa de carbono mais acessível do mercado brasileiro, e isso tem valor. Mas a espuma Speed Tech é dura e sem vida, a placa não devolve o 'pop' que se espera de um racer, e a base transmite instabilidade. Entrega desempenho apesar da sensação ruim.

FILA Racer Curve 2
Nota 6.4 de 10
R$ 220 – R$ 449

O nome promete velocidade; o tênis entrega um trainer de entrada honesto. Ultrafoam (EVA), sem placa, ~275 g e 10 mm de drop: é firme, estável e confortável para quem está começando. Não é tênis de prova, e a marca vende como se fosse.

FILA Speedrocker SkyfoamAmortecimento nacional
Nota 7.1 de 10
R$ 700 – R$ 800

A Skyfoam é uma espuma supercrítica desenvolvida no Brasil, e o Speedrocker a usa num daily trainer macio e divertido de rodar. Protege bem, tem rocker que ajuda a rolar o pé e custa menos que um Pegasus. O preço da maciez: base instável e vida útil curta.

FILA Speedzone 2Melhor custo-benefício (super trainer)
Nota 7.5 de 10
R$ 570 – R$ 600

A v2 trocou a Speed Tech Foam pela Skyfoam, ficou 23 g mais leve (225 g) e mais responsiva. É um super trainer que vai do treino rápido ao longão sem drama, e custa menos que os importados equivalentes. Não tem placa nem a resposta de um PEBA de ponta — mas entrega muito pelo que cobra.

New Balance FuelCell Rebel v4
Nota 7.1 de 10
R$ 800 – R$ 1.000

O v4 domou a base absurdamente alargada do v3, adicionou espuma e ganhou estabilidade e versatilidade sem perder a leveza nem o bounce da FuelCell. Virou um tênis de treino rápido que também serve de daily leve. O v5 só levou a fórmula um degrau adiante.

New Balance FuelCell Rebel v5Treino rápido divertido
Nota 7.5 de 10
R$ 950 – R$ 1.100

O Rebel v5 combina espuma FuelCell macia e elástica com ~215 g num tênis de treino rápido que é puro prazer em ritmo forte. A conta vem na estabilidade instável e no solado fino que se gasta rápido.

Asics Gel-Cumulus 27Daily trainer confiável
Nota 7.5 de 10
R$ 570 – R$ 900

O Cumulus 27 é o daily trainer 'confiável' da Asics: FF Blast Plus com PureGEL no calcanhar, leve para a categoria (~264 g), fôrma que agrada quase todo mundo e solado que dura. Faz o feijão com arroz da rodagem muito bem. Só não espere maciez fofa nem retorno de energia empolgante.

Asics Gel-Kayano 31
Nota 7.0 de 10
Raridade no mercado

O 31 aposentou o poste medial rígido e adotou o 4D Guidance System — uma peça de espuma adaptativa que 'devolve' o pé à posição neutra. O resultado: estabilidade que você não sente, com o conforto plush do FF Blast+ Eco. É pesado e caro, mas foi um marco.

Asics Gel-Kayano 32
Nota 7.3 de 10
R$ 850 – R$ 1.400

O 32 refina o sistema 4D Guidance — mais responsivo e mais longo no contato com o solo — para uma rolagem melhor até a saída da passada. Continua um tênis de estabilidade pesado e premium, com conforto plush. Evolução de acabamento sobre o 31.

Asics Gel-Kayano 33Estabilidade com amortecimento
Nota 7.6 de 10
R$ 1.150 – R$ 1.300

O Kayano moderno abandonou o poste duro e apostou em geometria (4D Guidance) sobre FF Blast Plus Eco macia. Controla pronação leve a moderada sem parecer aparelho, mas é pesado, sem resposta e o mais caro do segmento.

Asics Gel-Nimbus 27
Nota 7.2 de 10
R$ 800 – R$ 1.200

O 27 é uma evolução de acabamento sobre a geração anterior: perdeu alguns gramas, o cabedal ventila melhor e a passada ficou um tiquinho mais firme e estável. Continua um daily trainer de máximo amortecimento pesado, mas resolveu as principais queixas de quem reclamava do calor.

Asics Gel-Nimbus 28Longões confortáveis
Nota 7.6 de 10
R$ 1.000 – R$ 1.300

A FF Blast Plus Eco entrega um dos amortecimentos mais plush e protetivos do mercado. O Nimbus 28 é feito para rodagem e longão em ritmo tranquilo, e assume o custo: peso alto, resposta baixa e preço premium.

Hoka Mach 6
Nota 7.0 de 10
R$ 950 – R$ 1.200

O Mach 6 trocou a entressola de duas camadas do Mach 5 por uma espuma supercrítica única. Ganhou maciez e conforto, perdeu um tiquinho da resposta seca e direta do 5 — e trouxe queixas de rangido e desgaste de solado. Ainda leve e divertido.

Hoka Mach 7Treino rápido versátil
Nota 7.6 de 10
R$ 950 – R$ 1.200

O Mach 7 unificou a entressola numa espuma supercrítica única, macia e elástica. É leve (~245 g), bouncy e versátil da rodagem ao tempo run. O calcanhar de Aquiles: espuma exposta no solado, que se gasta e escorrega no molhado.

New Balance Fresh Foam X 1080 v14
Nota 7.1 de 10
R$ 700 – R$ 1.200

O v14 firmou a passada em relação ao v13, ganhou estabilidade e um cabedal melhor, mas também ganhou peso e uma sensação de 'afundar' na Fresh Foam X. É um ótimo tênis de longão — só não tem o retorno que o v15 traria com a espuma nova.

New Balance Fresh Foam X 1080v15Conforto de referência
Nota 7.8 de 10
R$ 1.000 – R$ 1.300

O 1080v15 tem um dos cabedais mais confortáveis do mercado e uma pisada macia, suave e surpreendentemente estável para a maciez. Não é bouncy nem rápido — é o daily trainer plush de quilometragem, e nisso é dos melhores.

New Balance Fresh Foam X 880 v14
Nota 7.2 de 10
R$ 500 – R$ 750

O v14 trocou a dupla densidade por uma camada única de Fresh Foam X, ganhou ~2 mm de stack e perdeu peso. Ficou mais macio e suave que o v13 mantendo o stack moderado e a flexibilidade. Para quem quer um daily trainer sem exageros, talvez seja o melhor 880.

New Balance Fresh Foam X 880v15Confiável para tudo
Nota 7.5 de 10
R$ 750 – R$ 900

O 880v15 é o tênis de rodagem que faz tudo certo e nada de especial: amortecimento honesto, estabilidade sólida, cabedal confortável, durabilidade alta. Mais firme e leve que o 1080, e bem mais barato.

Mizuno Neo Vista 2Super trainer PEBA
Nota 7.6 de 10
R$ 900 – R$ 1.300

A Enerzy NXT (PEBA) dá ao Neo Vista 2 o retorno de energia mais alto da linha Mizuno. Por não ter placa, é mais forgiving que um racer e serve da rodagem ao tempo run. Caro para a marca e um pouco instável no stack alto.

Mizuno Neo Vista 3Super trainer PEBA
Nota 7.7 de 10
R$ 1.200 – R$ 1.400

A terceira geração resolve a maior queixa das anteriores: com ~5 mm a mais de EVA sob a Enerzy NXT e uma geometria retrabalhada, a base alta finalmente para de balançar. Continua um super trainer sem placa, macio e bouncy, para rodagem animada e tempo run. Ganhou uns gramas e segue caro.

Asics Novablast 5
Nota 7.3 de 10
R$ 600 – R$ 1.000

O NB5 subiu a pilha, adotou FF Blast MAX e acentuou o rocker: virou um daily trainer alto, macio e muito divertido de acelerar. O preço da diversão: uma base tippy que exige atenção. O Novablast 6 apertou os parafusos da estabilidade.

Asics Novablast 6Melhor no geral
Nota 7.7 de 10
R$ 950 – R$ 1.000

Stack alto de FF Blast MAX, ~255 g e uma pisada elástica e divertida: o Novablast 6 é bouncy, versátil da rodagem ao tempo run, e um dos melhores custos-benefício da categoria. Perde pontos em estabilidade e tração no molhado.

Nike Pegasus 41
Nota 7.1 de 10
R$ 760 – R$ 1.000

O 41 troca a React pela ReactX (mais macia e com mais retorno), alarga o antepé e melhora o cabedal. Continua durável e confiável, mas ganhou vida na passada. Quase idêntico ao 42 — a diferença de preço decide.

Nike Pegasus 42Estável e durável
Nota 7.1 de 10
R$ 950 – R$ 1.000

O Pegasus 42 continua estável, durável e com fôrma acomodada — mas a entressola ReactX entrega pouco retorno de energia e o antepé fica duro sob carga. É um daily trainer competente que o resto do mercado passou.

Nike Air Zoom Structure 24
Nota 6.9 de 10
R$ 800 – R$ 1.000

O 24 fecha a era do Structure com controle de pronação por poste firme (DuoMax). É pesado, firme e a passada é datada, mas ninguém duvida da estabilidade. A partir do 25 a Nike abandonou o poste e mudou tudo.

Nike Air Zoom Structure 25
Nota 7.0 de 10
R$ 650 – R$ 1.000

O 25 abandonou o poste medial e passou a apoiar o arco com uma parede lateral rígida no meio-pé, sobre Cushlon 3.0. Ficou mais moderno e menos travado que o 24 — mas o arco proeminente incomoda parte dos corredores, e a passada ainda é firme.

Nike Structure 26Estabilidade sem exageros
Nota 7.3 de 10
R$ 850 – R$ 1.000

O Structure 26 troca o antigo poste medial por uma base larga e paredes firmes — controla pronação leve sem parecer um tênis 'ortopédico'. Mas a entressola ReactX é firme e sem retorno, e o conjunto é pesado.

Nike Vomero 16
Nota 6.7 de 10
Raridade no mercado

O Vomero 16 ainda era um daily trainer denso e durável, com React e uma bolha Zoom Air no antepé. Confortável de calçar, mas pesado, firme e com pouco retorno. A partir do 17 a linha mudou de rumo — e melhorou.

Nike Vomero 17
Nota 7.0 de 10
R$ 800 – R$ 1.050

O 17 abandonou a bolha Zoom Air e adotou ZoomX + Cushlon 3.0 (meio a meio). A passada ficou macia, alta e com retorno real — o Vomero deixou de ser um daily firme e virou tênis de conforto. Ainda pesado, e o 18 foi ainda mais longe.

Nike Vomero 18Máximo amortecimento premium
Nota 7.6 de 10
R$ 950 – R$ 1.000

A dupla ZoomX + Cushlon 3.0 dá ao Vomero 18 uma das entressolas mais macias e altas da Nike. É plush e confortável para longões lentos, mas pesado, pouco responsivo e alto demais para quem quer variar o ritmo.

Mizuno Wave Rider 28
Nota 6.9 de 10
R$ 550 – R$ 900

O WR28 é o Wave Rider à moda antiga: dupla camada de Enerzy, placa Wave no calcanhar, 12 mm de drop e solado X10 quase indestrutível. Passada firme e previsível, sem retorno de energia moderno. O 29 começou a modernizar a linha.

Mizuno Wave Rider 29
Nota 7.0 de 10
R$ 680 – R$ 1.000

O WR29 baixou o drop para 10 mm, adotou Enerzy NXT única infundida com nitrogênio, perdeu ~30 g e amansou a placa Wave. Ficou mais leve, macio e agradável que o 28 — um daily trainer atual sem perder a durabilidade lendária do X10. O 30 uniu a placa de ponta a ponta.

Mizuno Wave Rider 30Firme e durável
Nota 7.0 de 10
R$ 750 – R$ 1.000

Trinta gerações e a identidade não mudou: Enerzy firme, placa Wave para dar suporte e um solado X10 que é referência de durabilidade. Estável e honesto, mas sem retorno de energia e com drop alto de 12 mm.

Olympikus Corre Trilha 1
Nota 6.2 de 10
Raridade no mercado

A estreia da Olympikus no trail de entrada: EVA Impulse, cravos genéricos e preço nacional. Serve para caminhada e trote em terreno leve, para quem quer experimentar a trilha sem investir. Aderência e proteção mínimas — a linha melhorou nas gerações seguintes.

Olympikus Corre Trilha 2
Nota 6.3 de 10
R$ 350 – R$ 550

O Corre Trilha 2 melhora os cravos e o composto do solado, reforça o cabedal e resolve melhor o ajuste. Continua um trail de entrada com EVA Impulse — sem retorno, amortecimento modesto — mas agarra e dura mais que o Corre Trilha 1. O 3 seguiu refinando.

Olympikus Corre Trilha 3Entrada no trail
Nota 6.8 de 10
R$ 500 – R$ 700

O Corre Trilha 3 é um tênis de trilha de entrada: cravos modestos, proteção suficiente para estrada de terra e trilha leve, EVA básica. Segura bem em piso seco e compacto, mas escorrega na lama e não é para montanha técnica.

FILA Racer SkytrailEntrada no trail
Nota 7.1 de 10
R$ 600 – R$ 700

O primeiro trail da FILA no Brasil acerta no essencial: um solado Vibram que agarra em pedra e terra, amortecimento macio e construção resistente, a partir de R$ 600. Em troca é pesado (354 g) e feito para trilha leve — não para terreno técnico de verdade.

FILA Skywind
Nota 6.2 de 10
R$ 350 – R$ 500

Um tênis de trilha e terreno misto de entrada, com Ultrafoam (EVA) e cravos genéricos. Tração e amortecimento suficientes para quem está começando na trilha e não quer gastar. Sem Vibram, sem placa de proteção: é o piso da categoria.